Não sei ser aquilo que realmente sou, sem ser primeiro o que não sou. Ser aquilo que não se é, é ser da existência o seu artista, e do destino o trapezista. É preciso equilibrar-se no cordão umbilical da existência, sem rompê-lo. Quem conseguir chegar ao outro lado, ao útero que o condenou ao exílio, saberá ser daquilo que sempre foi, o complemento.
