
Espero que não seja uma nova temporada de chantagens emocionais (a fim de obter meu aval para todas as suas condutas), mas sim uma nova era, de compreensão e fraternidade - embora sejamos tio e sobrinha, não necessariamente nesta ordem.
Agora, que Cô estuda em Cô-imbra, e o tio continua sendo um mero cidadão tupiniquim, ou melhor, dum país-zinho-inho-inho (com o perdão da Mari do Bajulur pela cópia) submergente (hm... emergente? detergente? não tem gente? repelente? de 3º mundo? ah, não pode mais dizer 3º mundo, porque não é politicamente correto, e o Lula precisa ser conselheiro da ONU), quero ver o que vai ser de mim. Ela vai se esquecer completamente de quem ajudou a criá-la e me tratar feito escovão atrás da porta do banheiro.
Bom, é isso, voltamos. Vamos lá, cacara e cacoragem, que a vida avança sempre.
Sobrinha, pense nisso: você está subindo as ladeiras de Cô-imbra, e eu estou... descendo as da vida.
Abreijinhos a todos!