segunda-feira, 17 de maio de 2010

O cúmulo da cultura

É o sujeito se recusar a tomar o que não seja milk-Shakespeare.
É desejar ao próximo, que está feliz: "enJoyce!"
É dizer que não escreve em vão, mas apenas se suas palavras forem... "Wordsworth"!
É pedir, quando esteja sendo estrangulado, que o seu estrangulador não o "Sófocles" mais, pois a coisa está grega, e ele já está perdendo o ar(ché).
É ir à França para ver as bailarinas dançando o "Lacan"-can;
É não dormir em qualquer cama, senão apenas em "Camões".
É não se sentir, quando forte, um Hércules, mas um "Herculano";
É acordar pela manhã e, se perguntado: - You're awake?, responder: Yep! Finnegan's (a)wake!

7 comentários:

Cosette disse...

Hahahahahahahaha a do Camões ficou demais...Hahahahahaha! Todas ficaram. A do Hércules, nem se fala!
Ah, só você mesmo.

Jean Valjean disse...

Cô, mais um que me deixou orgulhoso foi este. Quanto mais banal e ridículo, mais eu me orgulho de mim. Óooooó! Delícia! Hahahahahaha,
abreijinhos!

Jean Valjean disse...

Por falar em banalidades, V. percebeu que a Sarah não comenta post bobo? Hehehehehehe, intelectual de porte. Deve até se envergonhar de ler tanta babaquice junta.

Le Vautour disse...

Jean, eu estou muito orgulhoso de você! Adorei um por um, achei excelentes mesmo. Eu não teria pensado em algo assim.
Porra, abração de duas asas, cara!

Cosette disse...

Essa é a verdadeira genialidade: utilizá-la tanto para falar de coisas sérias e profundas, como para criar este mundo de babaquices hilariantes.
A Sarah é metida, deixa ela.

Cosette disse...

Nossa, o Vautour elogiando o meu tio? Milagre!E dando um abração de duas asas no meu bochechinhas? Uia!

Jean Valjean disse...

Cô, os brutos também amam!