segunda-feira, 15 de março de 2010

Assim, sem tir-te nem guar-te

Ela me chamou para almoçar e eu disse:
- Não, eu não almoço - apenas trago frutas e sanduíches naturais.
- Ah, Jean, vamos! Preciso conversar com você, você me põe para cima.
- Ok, eu vou; entretanto, vou apenas para ver a vida que há por trás de seus olhos.
...
Não era minha intenção cortejá-la, mas ela adorou! E então vi vívida vida em seus olhos.
Quem sou eu?

8 comentários:

Cosette disse...

Como assim não era a tua intenção cortejá-la??! Putaquepariu! Se um homem me dissesse isso, eu casava!

Cosette disse...

Esse "Quem sou eu?" Ficou demais aí no contexto. Hahahahaha!
Voltei só para dizer isto, e para adicionar que se este não é o meu tio cortejador (é assim?), eu nem quero imaginar o que ele diz quando é...

Le Vautour disse...

Pra mim, o seu tio é meio homofílico e tenta disfarçar. Cantada barata, mais nada.

Quanto a você, querida, não troque a vida por uma frase - it doesn't worth your while...

Cosette disse...

Ah, afinal foi mesmo uma cantada!!
Barata nada, vai ver quantos homens responderiam o que ele respondeu. Nenhum! São todos uns brutamontes, insensíveis.
Já não se fazem homens de qualidade.

Jean Valjean disse...

Sobrinha, agradeço pelo que me toca, mas não foi uma cantada. Foi só um elogio à moça... fraternidade pura.

Le Vautour disse...

Ah, Valjean, me desculpe, mas tem um jeitão de cantada. E olhe que eu acho que o conheço razoavelmente.

Cosette disse...

Hahahaha foi cantada sim! Ele pensa que me engana...E foi muito boa, linda, poética. Só podia ter saído da boca do meu tio.

Jean Valjean disse...

Bom, posso até admitir que não foi fraternidade pura, mas neste momento nada haverá. É isto.