quarta-feira, 28 de julho de 2010

O Mar V

Solidão.
Talvez seja disso que eu precise.
E do barulho do mar, e da imensidão do nada, que se confunde com o Todo.

4 comentários:

Sarah Slowaska disse...

Ando precisando desta solidão, também. Uma solidão oceânica, onde as ondas batendo nas pedras é o que se ouve apenas.

Cosette disse...

Junto-me ao grupo.

Le Vautour disse...

Coisa, não? Gostei da idéia de nada se confundindo com o Todo. Há um ponto lá no horizonte em que panteísmo e niilismo significam a mesma coisa: destruição. Ou destruição no zero, ou destruição no infinito. Despersonalizar-se, verbo intransitivo.

Le Vautour disse...

Lá onde eu disse "de nada se confundindo com o todo", leia "do nada se confundindo com o todo".